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Num desses encontros do destino, Daniella Alcarpe conheceu ''Dinda'', uma linda canção de Joel Damasceno, e topou defendê-la no Botucanto, Festival de Musica Popular Brasileira em Botucatu. Não deu outra: primeirissimo lugar!

Este é o single de ''Dinda'', uma primeira amostra desta união musical que é mais do que um encontro de gerações: é música bem feita, música que respeita nossas tradições e cultura, música que é pura beleza e pura doçura. Este single é uma prévia do CD parceria entre Daniella e Joel.






Há que se escutar Daniella Alcarpe. Há muito de beleza. Há muito de responsabilidade. Com os compositores que escolheu cantar, com seus ouvintes.

Formada em Música e recentemente pós-graduada em “Cancão Popular”, Daniella há anos pesquisa o nosso cancioneiro, numa carreira dedicada a cantar o que há de mais brasileiro na música popular brasileira.

Foi assim com o primeiro CD, que trouxe vários ritmos tradicionais do nosso Brasil. É assim com o segundo CD, “O Tempo Salta” em que Daniella reúne músicas consagradas e composições inéditas mostrando, com sua seleção, que por mais que o tempo salte, a beleza da tradição da nossa música popular está viva e vai muito bem, renascendo todos os dias no coração de novos compositores ou daqueles já admirados pelo público.

Por isso, ao lado de um novíssimo tango à brasileira, Lágrima de Amor, de Tiê Alves, escutamos jóias como “Trem das Cores” de Caetano Veloso, “Passarim” de Zé de Riba e “Chorando em 2001” de Carlos Careqa, com participação do autor na gravação da faixa.

Com sua voz preparadíssima e interpretação impecável, Daniella conta histórias sobre o tempo. O tempo de dentro, que salta, que para, que corre, que sempre surpreende. As canções, com arranjos de João Marcondes, traduzem estes tempos pelos quais todos nós passamos. Tempos de dor, de dúvida, de pouco entendimento. E tempos de amor, de contemplação, de serenidade. Tempos de gratidão.